Por: Zacarias Nascimento

Vivemos na era de competitividade do mercado de trabalho, não é mesmo? E, nela, os gestores precisam competir, em tempo integral, em alto nível. Isso quer dizer que precisam lidar com inúmeros desafios. E desafios extremamente intensos. Afinal, precisam realizar as melhores entregas em tempo recorde, em grande escala, com baixo custo, com inovação e, sobretudo, tornando seus negócios sustentáveis para que possam se perpetuar no mercado. Ufa!

Para que tudo isso ocorra, o domínio em neurociência é imprescindível, pois possibilita ao líder a compreensão de seu sistema nervoso e de suas funcionalidades. Enfim, todos elementos internos e motivacionais que os influenciam na maneira de pensar, sentir e agir perante problemas, estresse, ansiedade e com seus liderados.

Como engajar no meio do tornado?

Diante de tanto caos, como um líder ainda pode influenciar de forma positiva as pessoas para que se comprometam e o ajudem a buscar resultados? É preciso atuar, primeiro, nos próprios processos mentais, de maneira que a mente seja potencializada para as competências e comportamentos, ditos como fundamentais para o alcance das metas corporativas, e, na sequência, agir como um engajador dos mesmos processos mentais para cada membro da equipe.

Neurociência como ferramenta para a liderança

Líderes de pessoas, que detém técnicas e metodologias provindas da neurociência, sabem como incentivar, influenciar e dirigir com desenvoltura o processo de gestão de mudanças e inovação das empresas. Isso, porque entendem plenamente a si próprios e como as interações cognitivas e emocionais do time impactam nos comportamentos e, como esses, por sua vez, geram atitudes e mudam completamente os resultados.

Ações eficazes para gerir pessoas são identificadas a partir da origem, que geralmente começa na zona cognitiva ou nos processos mentais. Em outras palavras, se o trabalho não fizer sentido para você, não há desempenho e, por conseqüência, não há entrega satisfatória no que tange aos elementos que compõe a um cenário de competitividade.

A ausência da neurociência gera prejuízo para as organizações

Nos meus 18 anos de experiência com gestão de pessoas – em empresas nacionais e multinacionais – vejo claramente, como a ausência desta inteligência (a neurociências) nas organizações pode ocasionar danos e desperdiçar recursos em ações ineficazes. O que quero dizer com isso é que o investimento, muitas vezes, é voltado para treinamentos e mais treinamentos que não corrigem, nem tratam os problemas comportamentais, eles auxiliam apenas na parte técnica e operacional. E é preciso um olhar para o ser humano, para a sua capacidade de adquirir habilidades para gerenciar o estresse, a ansiedade, a sua saúde mental, para que possa trazer melhores resoluções para a empresa e, ao mesmo tempo, obter uma vida melhor para si mesmo. Todos ganham: empresas e pessoas.

A falta de competência na compreensão dessas dimensões impede a competitividade das empresas. Já com a presença da neurociência na gestão, uma organização pode chegar a novos patamares de inovação, desempenho e resultados nunca vistos.

Um seminário inovador para você, gestor

Vale a pena conhecer sobre neurociência e, principalmente, aplicá-la na sua companhia. Por isso mesmo, eu recomendo fortemente a participação no 1º Seminário de Neurociência aplicado ao Administrador e Gestor de Saúde, que acontece em 04 de dezembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Ele, certamente, vai ajudá-lo a lidar melhor com os desafios e mostrar caminhos de como ir mais longe.

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*Zacarias Nascimento acumula uma trajetória de 18 anos em gestão de pessoas. Também é especialista em treinamento e desenvolvimento organizacional em empresas nacionais e multinacionais. É formado em administração de empresas, pós graduado em gestão estratégica de pessoas pela Universidade FEI e, com estudo em neurociências pela USCS. Leader Coach Training pelo IBC.

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